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Os políticos são criativos, quando o assunto em voga, é permanecer no poder.
Alguns partidos adotam a cobrança de dízimo de seus integrantes, assim que assumem cargos públicos. A prática é legal, mesmo porque, são eles (os políticos) que fazem as leis. Um evento muito difundido, envolvendo o assunto, foi à luta da então Senadora Heloísa Helena, que quando foi expulsa do PT, não concordava em fazer um “acerto final”, mas teve que se dobrar a decisão da Justiça.
É muito simples e fácil: passadas as eleições, aqueles que conseguiram se eleger colocam a “companheirada” nos cargos (que já existem) e trabalham concomitante e arduamente para “inchar a máquina”. Cada um que entra, é mais um dizimista do partido, que enchendo as burras (cofres), pode patrocinar sua manutenção e crescimento no poder, nos próximos pleitos.
Quem banca o ciclo, descrito acima, é o contribuinte, que recebe em troca, dentre outras mazelas, uma educação de má qualidade, que terá como efeito, outro exército de eleitores despreparados. Assim o poder se perpetua.
Em Uberaba, o PMDB e o PT fazem pior: descontam suas contribuições na folha de pagamento. Há quem questione a legalidade desta prática.
Agora, ficou mais fácil entender porque a Petrobrás se tornou uma caixa preta, que não pode ser investigada por uma CPI, a causa de o CODAU ter multiplicado o número de diretorias nos últimos tempos, e o motivo do nosso Prefeito ser tão avesso a concursos e concursados.
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